terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SESSÃO DE DEZEMBRO DE 2010, A. FREGUESIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

- OBRAS DO PORTINHO
Está em fase de arranque a 2ª fase da obra do portinho. As amplas vedações que se tem levantado numa ampla área da zona a intervir assim o fazem sentir.
Não conhecemos o planeamento das diversas intervenções que se irão realizar nem provavelmente a Junta de Freguesia o saberá.
Temos de pensar que a economia de Vila Praia de Âncora tem como meses fulcrais Julho. Agosto e Setembro.
Segundo se nos afigura podemos ser atingidos, pelo menos, durante dois períodos de Verão.

Se não se planificarem as execuções das diversas intervenções, a terra irá sofrer gravosas penalizações. Vai ser muitíssimo penalizada, no imediato e nos anos que se seguem.
Temos de arranjar processos para amenizar a colisão das intervenções com os meses de Verão.
Os cuidados elementares, parece que estão a ser subalternizados, e não estarão a ser equacionar para que as soluções sejam articuladas e portanto satisfatórias para os interesses desta Vila.
Têm de se analisar e ajustar os planeamentos de modo que as maiores cargas de trabalho e de actividades(picos) não coincidam com o período de maior fluxo de visitantes que é especialmente no Verão e nas Festa da S. da Bonança.

CAMINHOS AGRICOLAS NAS CAMBOAS

Estes caminhos agrícolas já não devem ser limpos à alguns anos.
Há alguns anos solicitei aqui nesta Assembleia de Freguesia que me fornecem-se uma planta topográfica com o traçado desses caminhos.
Agora com a elaboração de um estudo para este local, há todo o interesse em pôr a situação clara.
Pelo que nos apercebemos, parece que alguma extensão dessa rede de cariz agrícola já se encontra aterrado e absorvido por alguma área adjacente, e que nós saibamos esse e que eu saiba esse facto não foi aqui discutido nesta AF nestes últimos anos.
É bom que se esclareça esta situação. Há pequenos aterros que se têm efectuado.
Penso que uma servidão que exista é o atravessamento de alguma propriedade.

RAMPAS DE ACESSOS AOS PASSEIOS EM VILA PRAIA DE ÂNCORA

Falam em acessibilidades mas não para aqueles mais necessitados. Tem sido uma prática que as novas intervenções apareçam as rampas nos inícios dos atravessamentos.
Na actualidade ainda há algumas por executar. Seria de se realizar um levantamento minucioso e eliminar essa falha. 

VALETA DE ACESSO AO CALVÁRIO
Há uma série de anos que venho a falar neste profunda valeta. Penso, que para já ainda não teria caído aí nenhum carro. Esta seria daquelas pequenas obras a realizar quando se atravessa uma crise.

- ILUMINAÇÃO DA PONTE DA PRAIA EM VPA
Há neste local 16 pontos de luz avariados, havendo 12 com vidros partidos ou sem vidro

-> MONTE CALVÁRIO – TROCA DE TERRENOS – ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
Diversos factos merecem reprovação da CDU, pois os elementos enviados condicionaram desde logo um pronunciamento de quem poderá deliberar.
Entre esses destacamos:
- a possível localização e área a ceder no passal desta Vila para se construírem as casas mortuárias, quando é referido que enviaram o levantamento topográfico do passal e área a ceder no mesmo;
- o facto de não informarem se há alguma condicionante, no aspecto religioso, por parte do poder eclesiástico;
- o facto de não esclarecerem se nenhuma alternativa terá sido interpretada como possível nas conversas realizadas com a Comissão Fabriqueira e Pároco;
- entendemos que aqui não nos é apresentada nenhuma proposta formal.
- Uma série de considerandos referentes ao texto enviado pela Junta para a Assembleia de Freguesia, tais como:
Quanto à carta enviada pela Junta de Freguesia temos de tecer diversos comentários.
Consideramos que a Junta deveria ter historiado o que se passou nos diversos contactos que realizou ou que vem realizando entre as duas partes.
Temos de dizer que é estranho não terem especificado de uma forma clara qual foi na realidade a proposta apresentada pela Comissão Fabriqueira, e se não apresentaram uma proposta alternativa, quando dizem que poderiam existir hipóteses diferente desta.
Não compreendemos nem entendemos porque é que a JF não entregou o levantamento topográfico do passal, onde diziam que estava referenciada a parcela a destacar para as casas mortuárias, nem informava os m2 a ceder pela parte eclesiástica.
Resumindo, o que se pode concluir é que não houve diálogo construtivo das duas partes nestes últimos mais que 12 anos de gestão autárquica.
Isto quer dizer que, se quisessem aceitar esta presumível proposta, já a poderiam ter apresentado à muitos anos. Porquê só agora e com esta pressa toda? Não entendemos o que está a fazer correr estas duas entidades para uma solução que se pode considerar, para os interesses autárquicos, de quase chantagem. 
Nós já teríamos feito as casas mortuárias à muitos anos, pois há um espaço da autarquia com condições razoáveis.
Do texto que a JF entregou há frases contraditórias como:
- Se não aceitamos a proposta poderemos ser responsabilizados por aqueles que há muito nos tem questionado sobre a sua construção.
- Se há pontos no oficio da Fabrica da Igreja que facilmente aceitamos, outros há que nos merecem algumas reservas.
- O testamento de Celestino Fernandes e restantes documentos da época poderão não ser totalmente conclusivos.
Estas são algumas das frases contraditórias que mostram incertezas e duvidas, que não se podem ter, para se tomarem decisões em consciência. É de salientar que há alguns documentos fulcrais neste processo.
  
ESCLARECIMENTOS:
Este assunto parece ter sido apresentado a frio, pois entendemos que a grande parte dos delegados presentes não sabe do que estamos aqui a tratar, no que respeita ao Monte Calvário e a todo o imbróglio que se vem criando.
Primeiro que tudo deveria ser esclarecida de uma forma clara, a história do Monte Calvário, tanto no seu aspecto civil como religioso. Tal não foi feito em consciência, de maneira a deliberarem com algumas bases.
Se não tiveram qualquer explicação antes, com o texto apresentado pelo executivo da JF deveriam ter ficado muito confusos, além da falta de elementos do que foi enviado pela Comissão Fabriqueira e esclarecimento da Junta de Freguesia.
Pensamos que é de todo o interesse explicar aos presentes um pouco da nossa história, a começar pelas autarquias locais, especialmente a JF, e como apareceram.
Junta de Paróquia e Junta de Freguesia
A Junta de Paróquia foi administrada pela entidade eclesiástica até 1877 e, a partir daí, passou a ter uma responsabilidade civil e só passou a designar-se Junta de Freguesia em 1916.
Dizemos isso porque é o primeiro livro de actas que existe na Junta de Freguesia, e os anteriores deveriam ter sido levados presumivelmente pela parte eclesiástica dessa época.
Diogo Freitas do Amaral diz que desde 1878 a freguesia consolida-se como autarquia local.
Nos dias de hoje ainda há alguém que tenta alimentar esta confusão.
As Comissões do Calvário ou do Monte Calvário foram todas da responsabilidade das Juntas de Paróquia e de Freguesia até à altura do litígio entre as duas partes, depois de 1990. Neste processo de 1991 ficou deliberado que capela, ermida, cruzeiros e escadórios são património da Igreja. Será de afirmar mais uma vez que as diversas comissões ou foram autorizados, ou tomaram posse ou foram indigitados pelas Juntas Paroquiais ou Juntas de Freguesia. 
Pensamos que neste processo deveriam estar incluídos alguns documentos imprescindíveis a uma clara compreensão, tais como:
- carta enviada por este benemérito à Junta de Paróquia em 1 de Janeiro de 1911
- testamento de Celestino Martins Fernandes
- actas da Junta de Paróquia onde se descreve esta doação e a de outros benefícios. Actas de 2 e de 16 de Junho de 1912 (já no período da República).
Estes são documentos que justificam a veracidade do que é a realidade, e não os do usucapião que, por vezes, são um artifício para se conseguir um fim de uma forma menos clara.
Vou ler a carta enviada por Celestino Martins Fernandes à Junta de Paróquia de Gontinhães no ano anterior à sua morte, para realçar e clarificar o pensar deste benemérito que foi e deveria ser um exemplo de integridade a seguir pois, não só não se esqueceu do que passou como também se lembrou dos que sofreram como ele. Estes exemplos não são normais nos dias de hoje.
Por considerar que não se deveria perverter o que este benemérito desejou é que nós deveríamos votar contra esta presumível proposta, especialmente para assim honrarmos a memória de uma pessoa íntegra e de elevada estatura moral e de vida, que muito engrandeceria a sociedade em que hoje vivemos.
Em representação da CDU votarei contra qualquer proposta, que não esteja em conformidade com a vontade demonstrada por Celestino Fernandes.
Mas também queremos aqui realçar e sublinhar que bem gostaríamos, mais que ninguém, de ver solucionados dois problemas que este ponto da ordem de trabalhos encerra, e que são:
- solucionar, de uma vez por todas, todos os problemas que nos têm criado no Monte Calvário;
- construção da casa mortuária, que possa acolher todos quantos queiram ficar para sempre em Vila Praia de Âncora, independentemente de credos políticos, religiosos e outros.
No decorrer da presente sessão informaram que era de 200m2 a parcela a ceder no passal.
Perante esta área a disponibilizar, somos de opinião que esperámos mais de 10 anos para que tal fosse possível, quando na realidade existe área superior de terreno da Junta junto ao adro de S. Sebastião e, por isso, só se poderia concluir que já poderíamos ter essas casas mortuárias à uns bons anos.
Por todos estes motivos nós não vamos aprovar nenhuma pseudo proposta que aqui nos possam apresentar, pelos motivos já referenciados e por não existir nenhuma precisa e credível.
Esta, que dizem que será uma proposta, mais se assemelha à ideia que nos querem dar um anho para receberem um rebanho. Isto pode ser considerado chantagem.
É que, de uma forma ardilosa não incluem o pinhal localizado a Sul do caminho de acesso aos reservatórios de água com uma área de uns 1280m2. Referem a Casa de Sessões, a bouça a Poente do adro/escadório com 2307m2 e uma área de pinhal a Poente do escadório/ Cruzeiro do Roque até umas escadas que descem do redondo com uns 1404m2. Total era a cedência da casa de Sessões e outras áreas de pinhal com uns 3700m2 + 1280m2 que dizem ser de sua posse.

-> ANÁLISE PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO
Estes documentos representam o período de crise que atravessamos.
Não deveríamos gastar mais do que podemos,  sob pena de cada vez ficarmos em situações cada vez mais difíceis.
Mas é nestes períodos que devemos ser mais imaginativos e mais observadores, para se solucionarem pequenas deficiências que existem e que em períodos normais não são observados.
Será de esperar que possam fazer intervenções necessárias e úteis.
É importante fazer ressurgir a agricultura e pescas. Primeiro deixaram-nas ir ao fundo, e agora há que fazer ressurgir, mas vai ser muito difícil arrancar. Podemos ter algumas iniciativas como vai dizendo Ribeiro Teles. Ele também afirma que os Portugueses não souberam negociar no seio da CEE.
Quanto à Acção Social – sabemos que há necessitados, há necessitados e alguns estão constrangidos pelo que lhes está a acontecer. Sugerimos que deve de existir uma triagem mais rigorosa que, por vezes, necessita o maior conhecimento do meio onde essas pessoas estão inseridas.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

SESSÃO DE 27 DE SETEMBRO DE 2010, A. FREGUESIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

- MEIOS DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS INSTALADOS NOS ÚLTIMOS ANOS
Em diversas obras públicas, de drenagem de ruas, há uma inovação curiosa.
Era prática proceder à operacionalização desse escoamento através de sarjetas localizadas junto aos espelhos dos passeios. E, na actualidade, tem se usado outras soluções. Mas, se as grelhas das sarjetas entopem , especialmente com o cair da folha, ou com a ocorrência das primeiras chuvas, os sistemas alternativos que se vêm implantando, segundo nossa opinião, entupirão mais facilmente.
Entendemos que as acções de limpeza, deverão ser praticadas com mais frequência. e mais eficiência para salvaguarda de eventuais prejuízos daí decorrentes.
Por isso, queremos saber se esses trabalhos estão a ser realizados e com que frequência (?).
- ACESSOS A TERRENOS PARTICULARES, DEPOIS DA CONSTRUÇÃO DO RAMAL DE ACESSO À IC1/A28 QUE VAI (A SUL) DAS PEDREIRAS ATÉ PÓVOA-PARTE ALTA DE VILARINHO
Temos vindo a alertar, desde o início da abertura da IC1 e respectivo ramal de ligação a Vila Praia de Âncora, que foram abertos diversos caminhos paralelos, para acesso a propriedades, mas que não satisfazem todas as situações.
Recentemente, estivemos a analisar o acesso que liga o Lugar da Póvoa(pelas pedreiras) e o Lugar de Vilarinho (a Norte do ramal e exterior à vedação de protecção) e os terrenos das pedreiras, e os comentários que passamos a especificar: são diversos:
- a vegetação está a invadir o caminho de terra batida;
- o início desse caminho é confuso, pois tem que se passar por uma área
referenciada como estacionamento da empresa aí instalada;
- esse caminho, logo no início do seu percurso, mais se assemelha a um
terreno particular pois, dum lado e doutro, existem materiais das pedreiras;
- além da vegetação, a água abriu sulcos no piso, o que se pode entender como canal de escoamento das águas, mas de dimensões insuficientes face ao bloqueado.
Intuímos que não vai ser a EP(antiga JAE) ou a EUROSCUT a regularizar estas situações.
Exige-se que o início deste caminho fique bem definido, pois do modo como está na actualidade, qualquer transeunte que por ele queira passar, e não conheça bem o local, fica com a sensação de que está a invadir um terreno particular.
- DRENAGEM DA RECUPERADA EN – 13 ATÉ AO OCEANO (A POENTE DA ROTUNDA DA CRUZ VELHA)
Quem passava por esta via na fase de intervenção , especialmente quando se instalaram as valetas e seus colectores, sentia que esse escoamento não estaria a ser processado nas melhores condições, pois era conduzido para onde entendiam.
Uma dessas drenagens é feita através dum colector, sob a EN, que escoa as águas provenientes do monte e de uma parte da valeta.
Até aqui tudo bem. Os problemas começam depois. Escoavam-se as águas por junto dum muro do quintal da casa mais próxima dos limites de Vila Praia de Âncora, e por um terreno na actualidade de monte, e daí por uma leira até atingir a valeta da ex. EN., que vai da Cruz Velha a Moledo.
Nesse ponto, quando as chuvas são mais intensas, o colector de escoamento desta via recentemente intervencionada , porque é insuficiente, ou sob a ex. EN ou sob o talude da linha do caminho-de-ferro que vai sair no oceano, o resultado está à vista: forma-se um grande lençol de água.
No período de Inverno era recorrente verificar-se a água a sair dessa leira, podendo como já se disse ocupar as faixas de rodagem, e essa não era proveniente de nenhuma nascente como alguém poderia pensar.
Entendemos que a autarquia terá que mandar analisar a situação e exigir que as entidades responsáveis actuem com a celeridade aconselhada e pratiquem atitudes mais realistas e responsáveis.
- PRAIA ENTRE VILA PRAIA DE ÂNCORA E O FORTE DO CÃO
É uma praia muito frequentada nos principais meses de Verão, e é também percurso de manutenção para muitos naturais e visitantes.
Assemelha-se a uma praia de ninguém mas é bonita. Felizmente não ocorreu nenhum acidente, mas devia merecer das entidades que aí superintendem uma maior sensibilidade e responsabilidade, relativamente a utilizadores mais incautos. Aqui fica registado o nosso firme protesto, até porque .a solução não envolveria grande despesa; resumir-se-ia ao fabrico e aplicação de uma série de placas a alertar que se trata de uma praia não vigiada.

- RUA DE SODES – PARALELA À EN-13 E À RUA 25 DE ABRIL
Na última reunião ordinária deste órgão alertámos para o facto de existir nesta rua uma marcação para construção dum edifício que não seguia o paralelismo à EN-13 ou a continuação da abertura da via que por princípio deverá seguir esse alinhamento e paralelismo.
Nessa área, mas mais nas proximidades da rotunda da Cruz Velha, existe um caso que consideramos um mau exemplo no respeitante a alinhamentos, paralelismos e afastamentos. Não pretendemos que esta implantação possa ser uma referência para aquela de que estamos a falar.
Recentemente é visível que há movimentos de arranque dessa obra com a abertura duma zona de cave ou semi-cave.
Perante tal facto, questionamos a Junta de Freguesia:
- essa implantação vai ficar paralela à EN-13?
- vai manter o afastamento que vem de outras implantações?
- existe algum traçado de continuidade da rua e seu dimensionamento?
- o terreno em questão, que se localiza num gaveto, vai ter uma implantação que se coadune com esse posicionamento?

- NÓ RODOVIÁRIO DA CRUZ VELHA
Nas proximidades da rotunda da Cruz Velha existe um edifício cuja implantação consideramos aberrante no que respeita a alinhamentos. É um péssimo exemplo quanto a alinhamento, paralelismo e afastamentos.
Quanto ao aterro, já referi que se desenrola desde alguns meses. Na actualidade, está quase a invadir o leito do sistema de drenagem das águas provenientes do ramal de acesso à IC1, das pedreiras, EN-13, etc.
Pelo ritmo que leva, o aterro pode estar já a invadir o canal de drenagem dessas águas. A solução possível será encanar mais este sistema de drenagem.
Referi a possibilidade desses terrenos terem sido desapropriados quando da construção da rotunda.

- ACTA DA SESSÃO ANTERIOR
O texto desta acta melhorou. No futuro e com a prática adquirida pode se ir aperfeiçoando.
Há temas que o simples facto dos textos ficarem anexados à acta não é suficiente, devem ser transcritos para a acta ou, se registam pouco mais que os tópicos, acompanharem a acta  quando são distribuídas. Temos neste caso o exemplo da toponímia que se definiu.

É este o reparo mais significativo que saliento.

terça-feira, 29 de junho de 2010

SESSÃO DE 28 DE JUNHO DE 2010, A. FREGUESIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

- GAVETO RUA DA CHÃO E ANTÓNIO BAPTISTA
Existe uma situação perigosa tanto para transeuntes como para veículos.
Há necessidade de solucionar o problema que existe com o colector de águas pluviais.
Enquanto não for implantada uma solução aceitável é necessário que se efectue alguma marcação que elucide acerca do perigo que existe.  


RUA DE SODES – PARALELA À EN13 E À RUA 25 DE ABRIL
Algumas construções recentes devem merecer reparos, especialmente porque os alinhamentos  relativamente às existentes não existem, o paralelismo em relação às vias não é mantido, e as edificadas nos gavetos não tem um enquadramento adequado ao mesmo, etc
Vou referir um caso que casualmente se detectou nesta rua. No presente não se iniciou a construção. O lote tem uma plana para venda.
OBSERVAÇÕES:
- Existe uma casa anexa ao terreno em questão, que não está paralela à EN13 mas que presumivelmente tem o afastamento regulamentar. A hipótese mais aceitável seria tomar como ponto de referencia o cunhal desse lado e tirar uma paralela à via.
A solução tomada não foi a de seguir o paralelismo à rua mas sim manter um alinhamento errado e que lhe era favorável.
- Não temos conhecimento de qual é o traçado desse arruamento nem tão pouco se existe projecto.
- Esse terreno agora aludido ficará num gaveto e portanto o edifício deve ficar mais interior e a curvatura da via deve ficar ampla.   




- DEFICIÊNCIAS EM ALGUMAS DAS NOVAS OBRAS

PASSEIO MARGINAL QUE FACEJA O PARQUE RAMOS PEREIRA
Estiveram a corrigir áreas limitadas e uma grande área que apresentava grandes defeitos de retenção das águas.
Levantaram a camada de desgaste e rectificaram as deficiências. Esta correcção por quem foi paga?  

MONUMENTO AOS MORTOS NO ULTRAMAR EM VPA
Comentámos a situação e chegámos à conclusão de que o actual estado em que se encontra deixa muito a desejar pois dá uma ideia de desleixo.
Não acreditamos que não haja soluções para bloquear esta oxidação.
Poderia existir uma meia cana/canalização para evitar o derrame da água de lavagem sobre o granito.
A solução da aparadeira e uma drenagem, é hipótese a ter em conta.

CIRCULAÇÃO NA NOVA VIA PARALELA À LINHA DA CP ANEXA AO PARQUE RAMOS PEREIRA
No sentido Nascente/Poente, as condições do transito na curva para a esquerda junto à Rua da Lagarteira, está excessivamente apertada para os autocarros de maior comprimento.
Este tem sido um defeito que se pode considerar crónico.
Poderá  ser a 6ª alteração ou correcção, mas que se faça para bem da circulação viária nesta área marginal e de uma vez por todas. 




- CAMINHOS PARALELOS AO RAMAL DE LIGAÇÃO DA IC1 ou A28 
Estes caminhos estão a ficar fechados com a vegetação, intransitáveis.
Em conversa com alguém entendido sobre esta matéria, a quem foi perguntado se não faziam a limpeza dessas passagens, disse claramente que teria de ser a JF a fazê-lo.
Não nos devemos esquecer de que a Euro-scut desapropriou outras áreas que continuam como a dos particulares que deixaram de ter acessos.
Sobre o tema devemos alertar que os leitos de escoamento de águas pluviais, definidos para drenarem o ramal para Vila praia de Âncora, estão a ficar bloqueados com vegetação.
Que soluções tem a Junta e a Câmara para solucionar estes casos.


ESCOAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO NÓ DA PATEIRA 
Quando as chuvas são mais intensas ocorrem neste nó rodoviário retenções de água a poente da EN13 que alagam diversas garagens.
Admirámo-nos como é que até ao momento ainda não foi dada uma solução cabal de drenagem para esse espaço e, em parte, para os campos de cultivo existentes entre a linha da CP, rio e EN13.
Com o aparecimento, de uma forma mais visível, dos dois colectores de drenagem das águas pluviais provenientes da ex. EN13, pusemos em questão se os colectores de drenagem teriam capacidade de evasão dessas.
Analisando as secções, detectou-se que a secção das manilhas de drenagem da EN13 é superior à secção da manilha que passa sob o ramal de acesso a VPA para o lado da linha da CP.
Essa manilha vai ligar a uma caixa de derivação que tem mais a ligação dum tubo que drena as águas dos campos, insuficiente, e outro tubo que escoa essas águas que irão para o Sapal que é inferior a um e igual ao outro.
A CDU sugere que se corrijam essas deficiências, redimensionando de uma forma capaz o sistema de drenagem das águas pluviais, onde o fluido fica retido e do lado dos campos, diminuindo o alagamento.
Esperamos que a intervenção não se adie nem se prolongue indefinidamente como até aqui.    

- PERÍODO DE PRAIA: 
Estamos chegados ao período do ano mais movimentado para esta Vila.
Vai ser uma época em que as deficiências ou anomalias serão mais sentidas pois o número de habitantes e visitantes passa a ser muito superior o da população residente.
Desejamos que seja um período positivo para os Ancorenses e para os turistas que dão preferência a Vila Praia de Âncora e ao nosso Concelho.
Apresento aqui algumas notas que seguem.
- As passadeiras aplicadas na praia deveriam ser mais largas, especialmente para circulação de carrinhos de bebés, de menos válidos, de algum acidentado, para assim enriquecer a oferta como praia acessível.  
- A praia não vigiada deveria ser ampla e profundamente referenciada como tal. Sugerimos que exista algum vigilante destinado a avisar para não tomarem banho e proibir aqueles que já o estejam.
- É preciso que exista uma limpeza esmerada da zona de praia e na povoação.
- É necessário que haja uma sinalização eficaz informando as zonas dos parques de estacionamento.
- Manter um controle exigente para que não ocorram problemas com as águas balneares, e de consumo, derrames, areia da praia, etc. 
- Segundo informações uma nova fase da obra do Portinho de VPA se aproxima. Será de bom senso que o executivo se mantenha atento de modo a que sejam minimizadas eventuais complicações que poderão afectar o período balnear de Verão e as festas da Sª da Bonança.  



 - No mês de Maio de 2010 sentiram-se falhas na distribuição de água ao domicílio. Gostaria que nos informassem a que se devem essas falhas e porque ocorreram.  

ACTA DA SESSÃO ANTERIOR
O texto desta acta melhorou. No futuro e com a prática adquirida pode se ir aperfeiçoando.
Há temas que o simples facto dos textos ficarem anexados à acta não é suficiente, devem ser transcritos para a acta. Temos neste caso a toponímia que se definiu.
É este o reparo mais significativo que saliento.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO PRÉMIO NOVEL JOSÉ SARAMAGO.

SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
SENHORES DELEGADOS DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
SENHOR PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA E EXECUTIVO

José Saramago irá ser lembrado como uma referência na história da literatura portuguesa, como um dos grandes escritores de língua portuguesa de sempre.
Este escritor deixa uma obra literária monumental, de singular riqueza artística e cultural, centrada na elevação da condição humana através da expressiva tradução dos anseios e angústias do homem contemporâneo, que mereceu ser distinguido com o Prémio Nobel da Literatura, e cujo valor foi mundialmente reconhecido, sendo incontornável o seu histórico contributo para a divulgação da língua portuguesa e do nosso património cultural.
O seu desaparecimento, ocorrido a 18.06.2010, representa uma irremediável perda, pelo que a CDU propõe que esta Assembleia de Freguesia, reunida em sessão ordinária em 28 de Junho de 2010, aprove um sentido e profundo voto de pesar, com a apresentação de condolências a seus familiares.
O Delegado da CDU:

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(Domingos Vasconcelos)